Divórcio
O fim do casamento no papel. Pode ser feito em cartório, quando há acordo e condições para isso, ou na Justiça.
Quando casamento, filhos, convivência e herança pedem uma solução organizada.
O Direito de Família trata das relações entre pessoas ligadas por casamento, união estável, filiação e parentesco, e dos efeitos dessas relações sobre o patrimônio e o cuidado de cada um. Reúne temas como divórcio, guarda dos filhos, pensão alimentícia e partilha de bens, e se aproxima do Direito das Sucessões, que trata da herança.
Pessoas costumam procurar um advogado desta área ao decidir se separar, ao organizar a convivência e o sustento dos filhos, ao formalizar uma união estável (a união de duas pessoas que vivem como família, sem casamento no papel) ou ao lidar com a divisão de bens depois de uma separação ou de um falecimento. Muitos desses temas podem ser resolvidos por acordo, o que costuma reduzir o desgaste de todos. Para a sua situação concreta, o caminho é conversar com um advogado de confiança, que analisa os fatos e os documentos do caso.
Informação de caráter geral, escrita para quem não é advogado. Para o seu caso, converse com um advogado de sua confiança.
As palavras que mais aparecem, explicadas do jeito do dia a dia.
O fim do casamento no papel. Pode ser feito em cartório, quando há acordo e condições para isso, ou na Justiça.
A definição de com quem a criança ou o adolescente vive e quem toma as decisões do dia a dia. Pode ser compartilhada entre os dois responsáveis.
Valor pago para ajudar no sustento de quem precisa, em regra um filho. Alimentos, aqui, não são só comida: incluem moradia, saúde, educação e outras despesas.
A regra que define o que é de cada um e o que é dos dois no casamento ou na união estável, e como se divide em caso de separação.
A divisão dos bens entre as pessoas que têm direito a eles, depois de uma separação ou de um falecimento.
O procedimento que apura os bens e as dívidas de quem faleceu e define quem recebe o quê. Pode ser feito em cartório, em certas condições, ou na Justiça.
2 perguntas respondidas.
É o valor pago para ajudar no sustento de quem precisa, na maioria das vezes um filho. A palavra alimentos, no Direito, abrange mais que comida: inclui moradia, saúde, educação e outras despesas básicas. O valor costuma levar em conta a necessidade de quem recebe e a possibilidade de quem paga. Cada caso depende dos fatos e dos documentos, e para a sua situação o caminho é conversar com um advogado de confiança.
Nem sempre. Quando há acordo entre as pessoas e as condições previstas em lei, o divórcio pode ser feito em cartório, o que costuma ser mais rápido. Em outras situações, em regra, ele é feito na Justiça. Quais condições se aplicam depende do caso. Cada caso depende dos fatos e dos documentos, e para a sua situação o caminho é conversar com um advogado de confiança.
Em breve, artigos desta área. Enquanto isso, os outros textos estão no blog.
os números que valem a pena acompanhar em quem atua aqui
Conteúdo educativo: cada indicador explica o que medir, de onde vem o número e como calcular, com um exemplo. Os valores dos exemplos são ilustrativos, não são números de nenhum escritório. Comece pelos 3 imprescindíveis: Prazos cumpridos no período (Prazos), Honorários recebidos no mês (Financeiro) e Retornos combinados com clientes feitos em dia (Atendimento). Toque num grupo para abrir.
Quantos processos o escritório acompanha hoje nesta área?
De onde vem o número:
Na carteira de processos, conte os que seguem em andamento, sem decisão final nem arquivamento, e que pertencem a esta área.
Como calcular:
Contagem simples. Exemplo fictício: 42 processos em andamento no começo do mês, 5 encerrados e 8 novos; ao fim, 42 menos 5 mais 8 dá 45 processos ativos.
Faixa saudável: Não existe número certo: o que importa é a carteira caber na capacidade da equipe, sem prazos apertados por excesso de processos por pessoa.
Que parte dos casos encerrados neste período terminou em acordo?
De onde vem o número:
Ao encerrar cada caso, registre se terminou por acordo (judicial ou em cartório) ou por decisão do juiz.
Como calcular:
Casos encerrados por acordo dividido por todos os casos encerrados no período, vezes 100. Exemplo fictício: 30 casos encerrados, 21 por acordo; 21 dividido por 30 dá 70%.
Faixa saudável: Em família, acordo costuma ser um bom sinal de condução do caso, mas não é meta: cada situação pede o seu caminho.
Dos prazos que venceram neste período, quantos foram cumpridos dentro do dia?
De onde vem o número:
Na agenda do escritório, conte os prazos que venceram no período e marque quais foram protocolados ou cumpridos até o fim do dia do vencimento.
Como calcular:
Prazos cumpridos dividido por prazos vencidos, vezes 100. Exemplo fictício: de 20 prazos que venceram no mês, 19 foram cumpridos; 19 dividido por 20 dá 95%.
Faixa saudável: O ideal é que nenhum prazo seja perdido; qualquer prazo perdido merece ser analisado para descobrir onde o aviso falhou.
Quanto entrou de honorários neste mês?
De onde vem o número:
No financeiro do escritório, some os honorários efetivamente pagos pelos clientes dentro do mês, pela data do pagamento e não pela data da cobrança.
Como calcular:
Soma dos pagamentos de honorários recebidos no mês. Exemplo fictício: três pagamentos, de R$ 2.500,00, R$ 1.800,00 e R$ 3.700,00, somam R$ 8.000,00.
Faixa saudável: Varia muito com o porte do escritório; compare sempre o mês com a média dos meses anteriores do próprio escritório.
Quantos casos estão em negociação há mais de 30 dias sem uma nova rodada?
De onde vem o número:
Na lista de casos, filtre os que estão em negociação e olhe a data do último registro de atividade de cada um.
Como calcular:
Contagem dos casos em negociação cujo último registro tem mais de 30 dias. Exemplo fictício: de 12 casos em negociação, 3 não têm atividade há mais de 30 dias; o indicador é 3.
Faixa saudável: Caso parado não é necessariamente problema, mas merece uma decisão: retomar a conversa ou encerrar.
Os retornos prometidos aos clientes foram feitos na data combinada?
De onde vem o número:
Nos follow-ups do CRM, conte os retornos que venciam na semana e quantos foram concluídos até a data.
Como calcular:
Retornos concluídos no prazo dividido por retornos que venciam, vezes 100. Exemplo fictício: 18 retornos previstos, 16 feitos no prazo; 16 dividido por 18 dá cerca de 89%.
Faixa saudável: Em casos de família o cliente costuma estar fragilizado: o ideal é que quase nenhum retorno fique para depois da data combinada.
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Anunciar a minha vitrineConteúdo revisado em 21/10/2026.